Grutas no Alentejo? Cada vez mais! Se não temos muitas naturais, temos as artificiais.
Para além dos inúmeros hipogeus que têm vindo a ser identificados, a gruta do Rossio, no Alvito, integra-se noutra categoria: a de produção de mós. De facto, este espaço foi talhado pelo homem, aparentemente entre os sécs. XII/XIII até ao XVIII.
Nas paredes, em calcário, são visíveis os vestígios dos instrumentos utilizados na sua escavação.
Trata-se de um trabalho impressionante, realizado no subsolo (as mós eram por aberturas no tecto), ao qual se acedia por túneis, actualmente fechados, por razões de segurança.
A guardiã deste espaço é a D. Arlinda, a quem agradecemos a amabilidade e o tempo dispensado nesta visitada dos alunos do Mestrado de Arqueologia da UE.
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Para além dos inúmeros hipogeus que têm vindo a ser identificados, a gruta do Rossio, no Alvito, integra-se noutra categoria: a de produção de mós. De facto, este espaço foi talhado pelo homem, aparentemente entre os sécs. XII/XIII até ao XVIII.
Nas paredes, em calcário, são visíveis os vestígios dos instrumentos utilizados na sua escavação.
Trata-se de um trabalho impressionante, realizado no subsolo (as mós eram por aberturas no tecto), ao qual se acedia por túneis, actualmente fechados, por razões de segurança.
A guardiã deste espaço é a D. Arlinda, a quem agradecemos a amabilidade e o tempo dispensado nesta visitada dos alunos do Mestrado de Arqueologia da UE.
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