sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Graphical Markers and Megalith Buiders in the International Tagus, Iberian Peninsula












"No dia 20 de Fevereiro, às 16 horas, na Câmara Velha-Casa da Cultura de Marvão, será apresentado em Portugal o livro “Graphical Markers and Megalith Buiders in the International Tagus, Iberian Peninsula”, editado pela BAR (British Archaeological Reports), uma das mais prestigiadas editoras mundiais.


Neste livro reúnem-se as comunicações apresentadas no congresso que, com o mesmo nome, que se realizou em Santiago de Alcântara, e onde participaram todos os arqueólogos que sobre a bacia do Médio Tejo têm vindo a desenvolver investigações. Trata-se de uma obra de referência que ao ser editado pela BAR permite a divulgação mundial do riquíssimo património arqueológico existente na bacia do Tejo Médio e seus afluentes, com destaque para o Rio Sever.

A apresentação do livro estará a cargo da Professora Doutora Primitiva Bueno Ramirez, da Universidade de Alcalá de Henares, uma das coordenadoras desta edição. Da realização do congresso que gerou a edição deste livro emergiu a Plataforma de Estudos Arqueológicos do Médio Tejo que pretende evoluir e constituir-se com Centro de Investigação Internacional do Médio Tejo e que tem como objectivo congregar e apoiar todos os trabalhos arqueológicos que sobre esta região se desenvolvam".

Uso e abuso de detectores de metais

Detectores de metais

Á semelhança de Portugal, também a Bulgária proibiu o uso de detectores de metais, tendo em vista a salvaguarda do seu património.

Em Portugal, esta questão encontra-se regulamentada desde 1999 (Lei 121/99, de 20 de Agosto).
"É proibida a utilização de detectores de metais na pesquisa de objectos e artefactos relevantes para a história, para a arte, para a numismática ou para a arqueologia".

No entanto, encontra-se facilmente à venda na Internet, com publicidades do tipo:
"Para caçadores de tesouros e para quem gosta de brincar na praia! Consegue encontrar metais enterrados no solo e pode ajustar a sensibilidade do Detector de Metal para encontrar o tipo de metal que deseja encontrar."
"Enriqueça procurando ouro e moedas"

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

EIAs

A realização dos EIAs, descritor Património, em pedreiras, coloca o arqueólogo perante vários problemas:

  1. As que se encontram agora em fase de avaliação são, regra geral, pedreiras existentes. Trata-se então de obter novos licenciamentos ou de ampliações, pelo que já se encontra aberta;

  2. Para além disso, o arqueólogo, responsável pela elaboração do trabalho, depara-se com um terreno com visibilidade quase nula, uma vez que as áreas adjacentes se encontram cheias de detritos/escombreiras (pedreiras de granitos e mármores são as piores...);

  3. Nas de exploração de inertes, a questão das escombreiras já não se coloca, mas temos as áreas de depósito...

Nestas situações, a única opção a tomar é preconizar o acompanhamento da obra nas fases de remoção dos detritos superficiais (Zona dos mármores está a criar Àreas de Deposição Comum, para libertar espaço e permitir a ampliação das pedreiras) e de remoção da camada de terra superficial.

Aspecto geral de uma pedreira de exploração de granitos.















































































Exploração de inertes































O recente Decreto-Lei n.º 10/2010, de 4 de Fevereiro, estabelece o regime jurídico a que está sujeita a gestão de resíduos das explorações de depósitos minerais e de massas minerais (resíduos de extracção). Este documento, transpõe para a legislação portuguesa a Directiva n.º 2006/21/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de Março, relativa à gestão dos resíduos das indústrias extractivas.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Provas de doutoramento




































Fotos: J. de Oliveira
Maria Ana Bernardo, docente do Departamento de História da Universidade de Évora, defendeu a a sua tese de doutoramento, tendo passado com a nota máxima.
Tema: "Sociedades e elites no concelho de Évora. Permanência e mudança (1890-1930)".
Muitos parabéns à nova Doutora deste Departamento!!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Visita de estudo (4)







MONTE MOLIÃO (Lagos)
Escavações coordenadas pela Prof. Doutora Ana Arruda, da FLL, com o apoio da colaboração/apoio da Câmara Municipal de Lagos.
Visita guiada pelos Drs Rui Parreira e Elena Morán.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Visita de estudo (3)

Na visita de estudo dos alunos do mestrado de Arqueologia a Alcalar que, segundo um dos responsáveis pela sua intervenção, Drº Rui Parreira se trata do "mais extraordinário conjunto monumental" dessa área, visitou-se o Centro Interpretativo, Alcalar 7 e Alcalar 9.
O complexo funerário e habitacional de Alcalar tem vindo a ser estudado pelos arqueólogos Rui Parreira e Elena Morán, desde 1987. Em 2004 foi publicada uma monografia (Alcalar 7: Estudo e reabilitação de um monumento megalítico) com os resultados dos trabalhos arqueológicos realizados em Alcalar 7 e também no povoado.
Alcalar 9, que se situa ao lado de Alcalar 7, encontra-se em escavação.







quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Arqueologia para os mais novos...

lá diz o ditado "De pequenino se torce o pepino (ou o destino)..."
Por isso, desta vez, a arqueologia foi dedicada aos mais pequenos: Escola EB 2,3 de Santana (Sesimbra).
Atendendo à idade, o público portou-se muito bem.
































Congresso da UISPP

Apesar de inicialmente estar prevista a sua realização na Austrália, o 18º Congresso da UISPP acabou por ser transferido para França (Paris)...