segunda-feira, 8 de março de 2010

Formações - FOTOGRAFIA

CURSO DE FOTOGRAFIA CIENTÍFICA - Fotografia de espólio


Objectivo

A investigação científica contemporânea exige do investigador o manuseamento de um sem fim de aptidões técnicas. Seja como profissional, seja como investigador ou como estudante a fotografia ocupa um lugar de destaque na sua actividade, apesar, de na maioria dos casos, não se lhe exigir a qualidade que é fundamental em outras áreas do registo técnico como por exemplo no desenho ou nos levantamentos topográficos.

Em repetidas ocasiões as pressões económicas obrigam o investigador-fotógrafo a assumir a responsabilidade do registo de campo e de espólio, frequentemente testemunho único da realidade.

Com este breve curso apenas queremos ajudar a entender as bases para realizar fotografia de espólio científico perceptível, rigorosa, e se possível, de qualidade.

Desde a fórmula de iluminação às exigências técnicas da fotografia de estúdio, queremos partilhar com vocês a nossa experiência na fotografia profissional.

Destinatários

Estudantes e profissionais de arqueologia, conservação e património.

Programa do curso:

- os objectivos da fotografia científica;

- analise do equipamento;

- óptica e fotometria;

- técnicas de iluminação;

- set fotográfico;

- fotografia de peças em cerâmicas;

- fotografia de peças em vidro;

- fotografia de moedas e metais;


Nota: Os participantes deverão ter conhecimentos básicos de fotografia.
Número de participantes máximo: 15
Datas e Local de realização

Sábado, 3 de Abril de 2010 - Laboratórios do Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa - (10:00h - 17:00h)

No final da formação será entregue um certificado de presença
"Descontos aos sócios da APA, do GAMNA e Estudantes"
Organização

[PAVONEEREIS] fotografia e arqueologia, Lda
Apoios
Museu Nacional de Arqueologia / GAMNA · A.P.A., Associação Profissional de Arqueólogos

Formador
Danilo Pavone

Inscrições e informações:
arqueofoto@gmail.com

917 976 395

quarta-feira, 3 de março de 2010

O estuário do Guadiana nos últimos 13000 anos

No próximo sábado, dia 6 de Março, a LPN Algarve promove o seu segundo passeio do ano, tendo como tema O estuário do Guadiana nos últimos 13000 anos.


A área do estuário do Guadiana é hoje em dia muito diferente da mesma zona há 18 milhares de anos, isto é, no máximo da última Idade do Gelo. Nesta visita, pretendemos aproximar aos interessados a evolução do local de estuário do Guadiana nos últimos 13000 anos.

A visita inicia-se no Pontão de Vila Real de Santo António, com uma pequena introdução ao estuário, contextualizando a paisagem na temática do passeio.

De seguida, o grupo irá passear no Castelo de Castro Marim, descobrindo as actividades humanas passadas.

O percurso pedonal e de carro termina na margem esquerda do rio, em Espanha, numa visita a um dos focos de “desenvolvimento” imobiliário mais recentes do estuário, o empreendimento turístico Costa Esuri.

Ao longo desta visita, além da apresentação das características ecológicas deste ecossistema, sua utilização passada e presente, serão discutidas as actuais estratégias de gestão.

Duração do passeio: 3 horas.

O percurso será dividido em transeptos pedonais e de carro. A organização dos veículos (próprios) pode ser feita no início do percurso.

Guiado pelo Prof. Tomasz Boski, do Centro de Investigação Marinha e Ambiental – CIMA, Universidade do Algarve

Pontos de encontro: 8h00, no largo da Estação da CP em Portimão

ou às 9h00 no Largo de São Francisco, em Faro, junto à fonte

ou às 10h00 no Pontão de VRSA.

Inscrições: Até 4 de Março, para o email: lpn_algarve@yahoo.com, indicando nome, data de nascimento, nº de BI ou Passaporte, para efeitos de seguro obrigatório. Contacto 968829544.

Necessário calçado adequado, pequeno farnel, chapéu e água para beber.

Novo Reitor da UE toma posse

Professor Doutor Carlos Alberto dos Santos Braumann

terça-feira, 2 de março de 2010

E depois das escavações?

O grande problema da arqueologia de emergência em Portugal está patente no Alqueva: o que fazer depois das escavações, com os milhares de contentores com materiais arqueológicos?
Por norma, as empresas apresentam orçamento para a execução dos trabalhos de campo, ficando de fora o estudo dos materiais arqueológicos.
Segundo a notícia do Jornal Público, no dia 26 de Fevereiro "Os trabalhos arqueológicos realizados ao abrigo do projecto Alqueva e da construção da barragem custaram 14 milhões de euros, mas os quase 1000 vestígios recolhidos continuam fechados em contentores, à espera que haja condições que permitam o seu estudo e a sua divulgação científica (.../...) O material recolhido enche centenas de contentores à espera que haja condições que concretizem o seu "estudo e divulgação científica", observou António Carlos Silva, coordenador dos trabalhos arqueológicos de Alqueva entre 1996 e 2002" - http://jornal.publico.clix.pt/noticia/26-02-2010/mil-achados-arqueologicos-continuam-a-espera-depois-de-14-milhoes-gastos-em-escavacoes-18880368.htm.

Quem irá agora estudar este importante espólio? As empresas? Para além de alguns sítios mais emblemáticos, as empresas não estão vocacionadas para fazerem investigação.
Resta então às Universidades, através dos alunos de 2º e 3º Ciclos iniciarem o seu estudo...

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Cota 152

O maior lago artificial da Europa atingiu, pela primeira vez desde que se fecharam as comportas, a cota de enchimento máxima.
As sucessivas descargas que se têm vindo a realizar são, de facto, um espectáculo digno de registo.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Provas de Mestrado - II

Realizaram-se, no dia 25 de Fevereiro,  as provas públicas de mestrado de Clara Oliveira.
A candidata foi aprovada. Parabéns.

Título: Percursos da Investigação Arqueológica no Norte Alentejano: O Caso do Complexo de Arte Rupestre da Esperança


















O Júri era constituído por:

Presidente: Profª Auxiliar Leonor Maria Pereira Rocha-UÉ
Arguente: Prof. Titular Juan Enriquez Navascués-Universidade da Extremadura
Orientador: Prof. Associado c/Agregação Jorge Manuel Pestana Forte de Oliveira-UÉ






quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

ALQUEVA














Iniciou-se hoje, em Beja, o 4º Colóquio de Arqueologia do Alqueva.
Para além das conferências destinadas a apresentar os resultados que se têm vindo a obter com as intervenções arqueológicas realizadas, destaco duas, pela sua importância para o estudo da Avaliação de Impacte Ambiental em Portugal:
a do Drº António Carlos Silva: Alqueva: "Quatro encontros de Arqueologia depois.."
e a do Drº Miguel Martinho "Caracterizar, avaliar, minimizar, valorizar...O património cultural no Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva".

A informação de que 2/3 dos sítios identificados nos EIAs e com medidas de minimização previstas na DIA, não revelaram contextos arqueológicos preservados, deve ser analisada e, sobretudo, deve-se repensar as estratégias e as metodologias de abordagem subjacentes aos EIAs...

Congresso da UISPP

Apesar de inicialmente estar prevista a sua realização na Austrália, o 18º Congresso da UISPP acabou por ser transferido para França (Paris)...