sábado, 1 de maio de 2010

Workshop Eau, Jardins et Patrimoine

Université d’Évora, le 4 et 5 mai 2010

Salle 131 CES

1) Les usages de l’eau et son patrimoine

4 Mai
11h00-13h00
-Filipe Themudo Barata (CIDEHUS - Université d’Évora) – « Lutte contre l’eau, lutte pour l’eau: réflexions sur des problèmes de gestion de ressources hydriques dans le sud du Portugal au moyen âge »

-Mohamed El Faiz (Université de Marrakech) – « Le Génie de l'eau et de la terre dans la civilisation arabe »

13h00 – 15h00 – déjeuner libre

15h00-17h00
- Antónia Fialho Conde (CIDEHUS – Université d’Évora) – « Du choix du lieu aux options architectoniques: l'eau et les communautés monastiques à Evora à l'époque moderne »

- José Manuel Mascarenhas (CIDEHUS – Université d’Évora) et António de Carvalho Quintela (IST- UL), “Patrimoine culturel revisité des cours d’eau du Bassin du fleuve Sado”.

- Ana Cardoso de Matos (CIDEHUS - Université d’Évora) et Francisca Mendes (CIDEHUS - Université d’Évora) – « L’inventaire et la valorisation du patrimoine industriel liée aux ressources hydrauliques : des problèmes théoriques à l’étude du cas des moulins du rio Almansor »

2 ) Jardins et Paysages

5 mai
09h30-12h30

Mohamed El Faiz (Université de Marrakech) – « L’art des jardins et des paysages dans la civilisation arabe»

Aurora Carapainha (CHAIA- Université d’Évora) – “Du paysage au jardin dans la culture portugaise”

12h30-14h00 – déjeuner libre

14h30-20h00

Visites – Pátio de S. Miguel; Quinta de Sancha à Cabeça; Quinta do Carvalhal

Organisation scientifique:
Ana Cardoso de Matos - CIDEHUS/Université d’Èvora
Filipe Themudo Barata - CIDEHUS/Université d’Èvora

Organisation logistique:
Helena Espadaneira (Erasmus Mundus Master TPTI – Évora)

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Provas de mestrado (IV)

Assistiu-se, no decurso desta semana, na Universidade de Évora, à defesa de tese de 2 alunas que, tendo realizado a sua licenciatura na área da Arqueologia optaram por, a nível do Mestrado, seguir a via da Museologia.
Apesar de em termos de conteúdos serem bastante diferentes, realizaram um excelente trabalho, tendo apresentado algumas propostas muito interessantes, no âmbito das novas tendências desta disciplina.

Isabel Paulina Sardinha de Gouveia
Título: "As colecções de Arqueologia dos Museus da região Autónoma da Madeira - uma proposta de adoragem Pedagógica dos acervos"

Júri:
Prof. Doutor Filipe Themudo Barata - Presidente
Prof. Doutora Leonor Rocha - Arguente
Prof. Doutor João Carlos Brigola - Orientador
Mestre Élvio de Sousa - Co-orientador
Prof. Doutor Jorge de Oliveira - Vogal



















Isabel da Conceição Almeida Pinto
Título: "Museu de Arte contemporânea de Elvas: para o conhecimentos do(s) seu(s) público(s)"

Júri:
Prof. Doutor Filipe Themudo Barata - Presidente
Prof. Doutor Paulo Simões Rodrigues - Arguente
Prof. Doutor João Carlos Brigola - Orientador





quarta-feira, 28 de abril de 2010

Trabalhos arqueológicos...

Quais são os trabalhos arqueológicos para os quais os arqueólogos devem solicitar autorização ao IGESPAR?
Segundo o art. 2º do Decreto-Lei 270/99, de 15 de Julho, considera-se que trabalhos arqueológicos são:
"as acções que visem a detecção, o estudo, a salvaguarda e valorização de bens do património arqueológico usando métodos e técnicas próprios da arqueologia, independentemente de se revestirem ou não de natureza intrusiva e perturbadora, nomeadamente prospecções, acções de registo, levantamentos, estudos de espólios de trabalhos antigos guardados em depósitos, sondagens e escavações arqueológicas, acções de conservação ou de valorização em sítios arqueológicos."

Assim, toda e qualquer acção realizada num sítio arqueológico, ou numa área, tem de estar devidamente enquadrada e autorizada.
O prazo para entrega dos relatórios finais varia em função da Categoria (A, B, C ou D) para que foram autorizados, podendo ir de escassos dias/meses (emergências) até aos 2 anos (arqueologia em contexto urbano).

terça-feira, 27 de abril de 2010

Rochas e rochedos fisionómicos (1)

Muitas vezes, quando andamos no campo, deparamo-nos com formações rochosas que nos fazem lembrar seres vivos. Este tipo de rochas ou rochedos resultam, normalmente, de processos erosivos naturais se bem que, por vezes, possam ter sido "melhorados" pelo homem.
Apesar de se tratar de um fenómeno que se encontra espalhado pelo mundo, em Portugal chegou-se a legislar sobre o assunto...
O Decreto 20985, de 7 de Março de 1932 estabelece, no seu Capítulo IV (Monumentos Nacionaes), Artigo 25º (expropriação de sítios a classificar) que:
“A expropriação (…/…) é extensiva aos locais em que se encontram monumentos megalíticos, grutas, astros, rochedos fisionómicos, penhas, monólitos ou ainda quaisquer outros de natureza idêntica, limitada porém à superfície indispensável para a conservação deles e para as pesquisas que hajam de efectuar-se.”

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Conferência

Conferência que, pela sua temática, poderá ser bastante interessante para os alunos do 2º Ciclo de Arqueologia & Ambiente.

“Geobiodiversidade : a influência dos factores geológicos”

Prof. Fernando Barriga
Dept. Geologia, FCUL

Local: Sala de conferências, Conventinho (Mitra)
Dia/ Hora: 27 de Abril, 15,00h

No âmbito do programa de doutoramento em Biologia.

sábado, 24 de abril de 2010

Algumas notas sobre geologia

No porto de pesca de Sesimbra, na área onde se deveriam localizar as Grutas A e B do Forte do Cavalo, é perfeitamente visível uma interessante estrutura geológica: um anticlinal seguido de um sinclinal (à direita).
As camadas mais antigas encontram-se no eixo do anticlinal, enquanto que as mais recentes se encontram no eixo do sinclinal.

Princípios de estratigrafia geológica mas que foram a base de um dos métodos da arqueologia...

Congresso da UISPP

Apesar de inicialmente estar prevista a sua realização na Austrália, o 18º Congresso da UISPP acabou por ser transferido para França (Paris)...