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quarta-feira, 31 de março de 2010

Nª Senhora da Lapa (Alegrete)

As pinturas existentes na gruta da Capela de Nª Sª da Lapa foram identificadas, nos finais de 2009, pela equipa de arqueólogos coordenada pelo Prof. Jorge de Oliveira, no âmbito do projecto ARA.
































Entrevista do Director do MNA à VISÂO

terça-feira, 30 de março de 2010

Museu Nacional de Arqueologia

Declaração e abaixo-assinado adoptado pela Assembleia-Geral da Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional dos Museus (ICOM)

EM DEFESA DO MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA
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Quando há cerca de um ano o anterior Governo colocou a hipótese da transferência do Museu Nacional de Arqueologia (MNA) para a Cordoaria nacional, o seu Grupo de Amigos (GAMNA) chamou logo a atenção para os riscos inerentes, dos quais o mais importante é o da segurança geotécnica do local e do próprio edificado da Cordoaria, para aí se poderem albergar as colecções do Museu Nacional português com colecções mais volumosas e com o maior número de peças classificadas como "tesouros nacionais".
Após as últimas eleições pareceu ser traçado um caminho que permitia encarar com seriedade esta intenção política. A ministra da Cultura afirmou à imprensa que fora pedido ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) um parecer acerca das referidas condições geotécnicas e que seria feito projecto de arquitectura coerente, respeitador tanto da Cordoaria Nacional como do programa do Museu. Ao mesmo tempo garantiu que esse complexo seria totalmente afecto ao MNA, sem a instalação antecipada de outros serviços no local. Sendo assim, deixaria também de ser necessário alienar espaços do MNA nos Jerónimos, a título de garantia da ocupação antecipada da Cordoaria.
Causa, pois, profunda estranheza a sucessão de acontecimentos das últimas semanas, os quais vão ao ponto de comprometer ou até inviabilizar a continuidade da gestão do Director do Museu, que nos cumpre elogiar pelo dinamismo que lhe conseguiu imprimir e de cujos interesses se constitui, perante todos nós, em legítimo garante.
O estudo tranquilizador que se dizia ter sido pedido ao LNEC, deu afinal lugar a parecer meramente pessoal do técnico convidado para o efeito. O GAMNA, encomendou estudo alternativo, que vai em sentido contrário. O Director do Museu recolheu, ele próprio, outros pareceres, dos mais reputados especialistas da área da engenharia sísmica, que igualmente corroboram e ampliam as preocupações existentes. É agora óbvia a necessidade da realização de um programa de sondagens e de verificações in loco, devidamente controlado por entidade idónea, de modo a poder definir com rigor a situação da Cordoaria em matéria de riscos sísmicos, maremoto, efeito de maré, inundação e infiltração de águas salgadas. A recente tragédia ocorrida na Madeira, onde se perdeu quase por completo o acervo do Museu do Açúcar, devido a inundação, aí está para nos lembrar como não pode haver facilidade e ligeireza neste tipo de decisões.
Enquanto não estiver garantida a segurança geotécnica da instalação do MNA na Cordoaria Nacional e enquanto não forem realizados os adequados estudos de planeamento urbano e circulação viária, importa manter todas as condições de operacionalidade do Museu nos Jerónimos. Neste sentido consideramos incompreensível a alienação pretendida da "torre oca" a curto prazo, até porque uma tal opção iria comprometer definitivamente qualquer hipótese futura de regressar a planos de remodelação e ampliação do MNA nos Jerónimos, conforme foi a opção consistente de sucessivos Governos, até há dois anos. O MNA merece todo o respeito e não pode ser considerado como mero estorvo num local onde aparentemente se quer fazer um novo Museu.

O poder político não pode actuar ignorando os pareceres técnicos qualificados e agindo contra o sentimento de todos os que amam o património e os museus. Apelamos ao bom senso do Governo, afirmando desde já a nossa disposição para apoiar o GAMNA na adopção de todas as medidas cívicas e legais necessárias para que seja defendida, como merece, a instituição mais do que centenária fundada pelo Doutor Leite de Vasconcelos, o antigo "museu do homem português" e actual Museu Nacional de Arqueologia.

Lisboa, em 29 de Março de 2010.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Arte rupestre...

Arqueologia na Universidade de Évora

Cafés com Ciência

"Ao longo dos últimos séculos a actividade florestal e o património arqueológico têm convivido quase pacificamente, fruto da utilização de meios e de técnicas de florestação pouco devastadoras.


Nos últimos 30 anos ocorreu um profundo volta-face neste equilíbrio, com a utilização de meios técnicos poderosos na mobilização do solo e uso de técnicas de plantio fortemente intrusivas, repercutindo-se estes factos na destruição maciça de património arqueológico.

Este fenómeno foi agravado com os grandes incêndios florestais da última década e, consequentemente, pelo corte, arrasto, transporte da madeira queimada, replantio e instalação de infra-estruturas.

A perda em tão grande extensão de massa florestal, provocada pelos incêndios, expõe também os solos a uma erosão acelerada com repercussões na estabilidade e na integridade de monumentos e sítios arqueológicos.

Este conjunto de preocupações relativas ao património construído e em particular ao património arqueológico é acrescida quando constatamos que estão omissos em importantes documentos que definem a política florestal do país".

Estas e outras questões envolvendo esta temática serão o tema da conversa no café de ciência no dia 26 de Março de 2010.

Inquietações:

Ciclo de Cafés de Ciência
Um café de ciência apresenta-se como um espaço onde de uma forma informal e descontraída se discutem temas, se esclarecem dúvidas, se aprofundam conhecimentos e se dá a conhecer o trabalho que os cientistas realizam no seu dia-a-dia.

Convidados

Dr. Francisco Henriques
Dr. Jorge Gouveia
Associação de Estudos do Alto Tejo - A.E.A.T.

Público-alvo:
Público em Geral

Local:

Bar da Floresta - Centro Ciência Viva da Floresta
Moita - Proença-a-Nova

Actividade Gratuita
http://ccvfloresta.com/actividades/agenda-de-eventos/details/41-a-arqueologia-e-a-floresta

Ciclo de Conferências no MNA

terça-feira, 23 de março de 2010

VISITA CULTURAL: PAISAGENS MEGALÍTICAS A PARTIR DA VILA MEDIEVAL DE MONSARAZ

17 DE ABRIL 2010

Programa:

9.00 H - Saída de Setúbal (MAEDS-Av. Luisa Todi, nº 162, 2900-451).
10.30H - Visita ao Megalistismo da Região de Monsaraz. Orientação da Profª Joaquina Soares.

13.00H- Almoço livre em Monsaraz.

15.00-17.00H - Visita à vila medieval e ao fresco do "juíz de duas caras". Orientação da Dra. Maria de Jesus Gamado.

17.30H-Regresso a Setúbal

Preço: 23€
Inscrições e informações:
Serviço Educativo do MAEDS
Tels. 265239365/265534029
Fax. 265527678
Email: maedseventos@gmail.com
http://maedseventosactividades.blogspot.com/

segunda-feira, 22 de março de 2010

1ª Semana da História e da Arqueologia

A Sessão de Abertura deste evento foi presidida pelo Magnífico Reitor da Universidade de Évora, Professor Doutor Carlos Braumann, pela Vice-Reitora do Ensino, Profª. Herminia Vilar, pelo Director da Escola das Ciências Sociais, Professor Doutor José Alberto Machado, pela nova Directora do Departamento de História, Profª Fernanda Olival e pelo aluno Paulo Figueira.























 Conferência do Professor Doutor Vitor dos Santos Gonçalves (Faculdade de Letras da Univ. de Lisboa): "Observar, ver ao perto, interpretar em arqueologia"





































Provas de Mestrado - III

Realizaram-se hoje as provas públicas de mestrado de Pedro Alvim.
O candidato foi aprovado.Parabéns.

Título: Recintos megalíticos do Ocidente do Alentejo Central. Arquitectura e paisagem na transição Mesolítico/Neolítico.

O Júri era constituído por:

Presidente: Prof. Associado c/Agregação Jorge Manuel Pestana Forte de Oliveira

Arguente: Professor Doutor Vitor dos Santos Gonçalves 
Orientadores: Profª Auxiliar Leonor Maria Pereira Rocha
                     Professor Doutor Cândido Marciano da Silva






domingo, 21 de março de 2010

Perdigões: a vida

O povoado dos Perdigões (Reguengos de Monsaraz) tem vindo a ser investigado por uma equipa da ERA, Arqueologia. Recorde-se que se trata do 1º grande povoado de fossos identificado no Alentejo Central, ainda nos finais do séc. XX, o qual foi profundamente afectado pela surriba para a plantação de uma vinha.
A visita que nos foi proporcionada por um dos investigadores responsáveis por este projecto, Doutor António Valera, realizou-se, primeiro, à Exposição montada na Torre do Esporão e, seguidamente, ao sítio.
Apesar dos solos se encontrarem com muita água, o dia esteve bom, a companhia foi agradável...
Agradeçemos a disponibilidade e a aula dada pelo Doutor António Valera, aos alunos de Évora e Sevilha.
Agradeçemos ainda a visita, troca de ideias e a companhia do Prof. Leonardo Garcia Sanjuan, da Univ. de Sevilha e de alguns dos seus alunos de doutoramento.


















http://www.facebook.com/note.php?note_id=253869436379
http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=749642
http://www.nia-era.org/