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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Pós-Avaliação em AIA

A área de Arqueologia da UÉ esteve presente no Workshop "Pós-Avaliação em AIA: Critérios de Boa Prática na Selecção de Medidas e Programas de Monitorização", realizado na sede da Agência Portuguesa de Ambiente, no dia 24 de Fevereiro.

Ao fim de cerca de duas décadas de realização de AIA`s, em Portugal, é importante que as entidades e profissionais que trabalham nesta área se reúnam, analisem e debatam os problemas actuais de modo a podermos melhorar os procedimentos existentes.



















http://www.apai.org.pt/m1/1298396750wshapaprogramafinal.pdf



O próximo espaço de debate será na Universidade de Évora: dia 12 de Março - 2º Workshop de Critérios de Avaliação de Impactes sobre o Património - O Registo.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Encontro “Compreender a paisagem cultural do Tejo e os seus valores”

Dia 19 de Fevereiro de 2011 (sábado), com início às 09h00 (registo a partir das 08h30) na sede da Sociedade de Geografia de Lisboa, Rua das Portas de S. Antão, 100. Lisboa.

08h30 – Registo
(1) Abertura (09h00/09h30)
- Primeiras palavras, Prof. Cat. Luís Aires-Barros (Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa).

- ”Da ideia da candidatura do Tejo ibérico à inscrição na Lista de Património Mundial da UNESCO”, Dr.ª Barbara Palomares (Presidente da Direção da Associação Tagus Universalis Espanha) (10 min).

- ”O roteiro para a fundamentação da candidatura do Tejo ibérico”, Alm José Bastos Saldanha (Presidente da Direção da Associação Tagus Universalis Portugal) (10 min).

(2) Painel 1 – “A paisagem e o Tejo” (09h30/11h00)

Moderador, Prof. Cat. Luís Aires-Barros (Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa).

- “Os conceitos de paisagem da UNESCO e do Conselho Europeu e o processo de candidatura transnacional à inscrição na Lista de Património Mundial”, Dr. Gonçalo Couceiro (Diretor do Instituto de Gestão do Património e Arquitectónico e Arqueológico) (15 min).

- “O caso da paisagem cultural do Alto Douro Vinhateiro”, Prof doutor Fernando Bianchi de Aguiar (15 min).

- “As unidades de paisagem no Tejo Português: contributo para a delimitação da paisagem cultural”, Prof. doutor Alexandre Cancela d’Abreu (15 min).

Debate e comentários conclusivos (30 min).

Intervalo (11h00/11h30)

(3) Painel 2 – “A água: o elemento essencial” (11h30/13h00)

Moderador, Prof. Cat. Francisco Nunes Correia (docente do Instituto Superior Técnico).

- “Enquadramento da gestão dos recursos hídricos no contexto internacional e europeu”, individualidade a confirmar (15 min).

- “Desafios e respostas para enfrentar a escassez e a seca nas regiões hidrográficas luso-espanholas”, Eng. Adérito Mendes (Instituto da Água) (15 min).

- ”Gestão dos recursos hídricos na Região Hidrográfica do Tejo: dos conceitos à prática”, Eng.ª Simone Pio (Vice-presidente da ARH do Tejo) (15 min).

- ”Água e biodiversidade: a sustentabilidade ecossistémica do Tejo”, Dr. João Carlos Farinha (Diretor do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas de Zonas Húmidas do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade) (15 min).

Debate e comentários conclusivos (30 min).

Almoço (13h00/14h30)

(4) Painel 3 – “Tejo: Interação entre Natureza e comunidades” (14h30/17h00)

Moderador, Prof. doutor João Ferrão (ICS/UL).

- ”Tejo: a gestão dos recursos hídricos transfronteiriços”, Embaixador Gonçalo Santa Clara Gomes (Presidente da Comissão para Acompanhamento e Desenvolvimento da Convenção de Albufeira) (15 min).

- ”Como harmonizar os critérios de definição dos limites da paisagem cultural do Tejo com opções estratégicas de desenvolvimento das regiões do Centro, do Oeste e Vale do Tejo e do Alentejo?”, Arq.ª Teresa Almeida (Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo) (15 min).

- “Paisagem cultural: o vínculo espiritual na conservação dos valores naturais do Tejo”, Eng. João Caninas (Presidente da Associação de Estudos do Alto Tejo) (15 min).

- ”O uso milenar dos espaços agrícolas e florestais do Tejo e a requalificação sustentável da ruralidade, dos processos produtivos tradicionais e das artes e dos ofícios afins”, Eng. Eugénio Sequeira (Sociedade de Geografia de Lisboa) (15 min).

- “O Tejo: lugar inquieto de memórias, identidades e culturas”, Dr. António Maia Nabais (Presidente da Associação dos Amigos do Tejo) (15 min).

- ”A construção da paisagem cultural como instrumento de afirmação da cidadania e de coesão social das comunidades: o elo essencial na proteção e valorização do património natural e cultural (material e imaterial)”, Prof.ª doutora Graça Saraiva (docente da Faculdade de Arquitectura de Lisboa) (15 min).

- ”Que património do Tejo deixamos aos vindouros?”, Doutor Carlos Blazquez Herrero (Diretor do Centro UNESCO de Arágon) (20 min).

Debate e comentários conclusivos (30 min).

(5) Encerramento (17h00/17h15)

- ”O início da caminhada”, CAlm José Bastos Saldanha (Presidente da ATUP).

Palavras de encerramento, Prof. cat. Luís Aires-Barros (Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa).

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Carta aberta à ministra da Ciência de Espanha...











"El artículo que firmó esta semana en EL PAÍS (http://www.elpais.com/articulo/opinion/historia/exito/colectivo/elpepiopi/20110210elpepiopi_5/Tes) resalta la importancia de la innovación. Nos dice que el reto es transformar el I+D en riqueza y empleo. Los investigadores asumimos que ésa es la dificultad que hay que vencer; muchos nos implicamos activamente en ese compromiso. Pero nos recuerda a continuación lo que España ha invertido en ciencia entre 2005 y 2009 y el argumento parece que queda incompleto, pues no se entiende si rememora esto para mantener ese compromiso, para exigirnos resultados en bienestar social, o para castigarnos por no haberlo conseguido en la proporción que sería deseable.


Con toda mi admiración al presidente Obama, usted no debe citarlo a él para abrir camino a sus ideas. Debería citar a su presidente o incluso a sí misma, si fuera posible. Obama ofrece algo de lo que aquí carecemos: dispone de una narrativa mediante la cual expresa un diagnóstico, formula una alternativa, explica ésta a los que quieran escucharle y entusiasma a los que son convencidos. En cambio, su narrativa a favor de la innovación es muy pobre.


Mi problema es que yo no sé de qué innovación habla usted: ¿científica, tecnológica, educativa, industrial, de producto, de proceso, empresarial, organizacional, de mercadotecnia, institucional, social? A la vista del tono de su artículo, asumo que habla de todas. Pero entonces no sé para quién habla. Porque esa innovación es un reto horizontal que no puede ser erigido como meta por un ministerio en concreto, y menos por un ministerio cuyo fin es promover el mejor desarrollo científico y la transformación de éste en patentes, productos y procesos. Cuando dice esto, me parece que mira para otro lado: que se embarga en una retórica justificativa de la pura subvención a empresas, disfrazada de innovación para todos, olvidando sus obligaciones en la promoción de la excelencia y relevancia de nuestra ciencia, y obviando la naturaleza de la innovación social, que es mucho más compleja (y al tiempo más sencilla y seguramente barata) de lo que las políticas oficiales de innovación promueven.


Soy arqueólogo, y los arqueólogos tenemos cuatro millones de años de experiencia en innovación, porque estudiamos los cambios tecnológicos, cómo éstos se transformaron en desarrollo y, a veces, en progreso. Precisamente por eso, para nosotros es muy obvio un atributo de la innovación que las medidas de apoyo a ésta generalmente minusvaloran: sólo la novedad que se incorpora socialmente, que se diluye en el tejido social, se convierte en innovación, permanece, tiene éxito y transforma la realidad misma. Las auténticas historias de éxito colectivo tienen unas condiciones distintas a las que su política de innovación auspicia."

Felipe Criado Boado,Profesor de Investigación del CSIC.
http://www.elpais.com/articulo/sociedad/Innovacion/Carta/abierta/ministra/Garmendia/elpepusoc/20110211elpepusoc_16/Tes

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

2º Workshop sobre “Critérios de Avaliação de Impactes sobre o Património – o Registo” (2)

Já disponível o Programa provisório.


















Mais informações disponíveis em:
http://www.chaia.uevora.pt/pt/event/48/criterios-de-avaliacao-de-impactes-sobre-o-patrimonio-o-registo.html
http://www.aparqueologos.org/congressos.php

Formulário para inscrição:
http://www.aparqueologos.org/documentos/IIWCAISP.pdf

Remeter para lrocha@uevora.pt

Organização:
Laboratório de Arqueológia Pinho Monteiro/ CHAIA com o apoio da Associação Profissional de Arqueólogos

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

IV JORNADAS DE JOVENS EM INVESTIGAÇÃO ARQUEOLÓGICA

Convocatoria de Comunicaciones orales e posters

Después de terminada la fecha límite para la presentación de propuestas de sesiones temáticas de JIA 2011, los Comités Organizador y Científico han llevado a cabo un proceso de selección de lo cual se elegirán un total de 13 sesiones.

Con la publicación de esta Segunda Circular se inicia el período para la presentación de propuestas para la participación en las sesiones temáticas - a través de comunicaciones orales o pósters – y pósters de tema libre. Los resúmenes deben ser escritos en Portugués, Castellano o Inglés, y sólo las propuestas presentadas en los plazos y bajo las condiciones que se enumeran a continuación serán aceptadas.

1. COMUNICACIONES ORALES Y PÓSTERS EN LAS SESIONES TEMÁTICAS

Las propuestas de comunicaciones orales y pósteres para la participación en las sesiones temáticas deben ser enviadas a los coordinadores hasta el 11 de Marzo de 2011, para los e-mails que están juntos los resúmenes de cada sesión (ver sesiones).Las propuestas deberán presentarse en formato Word (.doc o .docx), con la siguiente información:

Título de la ponencia o póster

Nombre de los autores y de las instituciones a que pertenecen

Palabras clave (máximo de 4 palabras)

Resumen (máximo 250 palabras)

2. PÓSTERS DE TEMÁTICA LIBRE
Las propuestas deberán ser enviadas hasta el 11 de Marzo de 2011 al e-mail posters@jia2011.comEsta dirección electrónica esta protegida contra spambots. Es necesario activarjava_script para visualizarla en formato Word (.doc o .docx) con la siguiente información::

Título del póster

Nombre de los autores y la institución a que pertenecen

Palabras clave (máximo de 4 palabras)

Resumen (máximo 250 palabras)


LIMITES DE PARTICIPACIÓN

Cada participante sólo puede contribuir con una ponencia dentro de cada sesione temática;

Cada participante sólo puede contribuir con un póster en las Jornadas, ya sea dentro o fuera de las sesiones temáticas;

Sólo podrán participar en el JIA 2011 los investigadores que no hayan obtenido el grado de doctor antes de la celebración de las mismas.

INSCRIPCIONES

A partir del 1 de Febrero de 2011 se iniciará el período de formalización de las inscripciones en la página web http://www.jia2011.com/.

Las matrículas de inscripción hasta el 15 de Abril de 2011 serán las siguientes:
50 Euros con actas;
30 Euros sin actas.

Después de esta fecha, el valor será:
60 Euros con actas;
40 Euros sin actas.

FECHAS

Presentación de propuestas de presentaciones orales y pósters: hasta el 11 de Marzo de 2011

Publicación del programa del JIA 2011: 13 de Marzo de 2011

Periodo de formalización de las inscripciones en el JIA 2011: de 1 de Febrero a 1 de Mayo de 2011

CONTACTOS

E-mail: secretaria@jia2011.com. Esta dirección electrónica esta protegida contra spambots. Es necesario activarjava_script para visualizarla

Más informaciones en http://www.jia2011.com/