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terça-feira, 22 de outubro de 2013

2º Ciclo de Arqueologia



Os novos alunos do 2º Ciclo de Arqueologia da Universidade de Évora (ARCHMAT + AIA/ 2013-2015) numa das aulas práticas de informática...

sábado, 7 de setembro de 2013

2º Ciclo de Arqueologia da UÉ

Dentro de poucos dias iniciam-se as aulas de mais uma Edição do 2º Ciclo de Arqueologia e Ambiente da Universidade de Évora. Uma NOVISSIMA edição uma vez que entram em funcionamento 2 ramos: O ARCHMAT (Erasmus Mundus) onde contaremos com a presença de jovens dos quatro cantos do mundo e, uma versão renovada e melhorada do Ramo de Avaliação de Impacte Ambiental.

A todos os novos estudantes da UÉ desejamos um Bom Ano letivo.





terça-feira, 25 de outubro de 2011

AIA: Critérios de Boa Prática na selecção de Medidas e Programas de Monitorização.















A APAI e a APA organizaram um workshop, no dia 24 de Fevereiro de 2011 sobre Pós-Avaliação em AIA: Critérios de Boa Prática na selecção de Medidas e Programas de Monitorização.

Os resultados obtidos foram agora publicados num pequeno documento patrocinado pela APA em que os participantes no workshop figuraram como co-autores.

http://www.apai.org.pt/m1/1319194283criteriosboapraticamedidasmitigacaomonitorizacao.pdf

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Provas de Mestrado/2º Ciclo (X)

Realizaram-se hoje as provas públicas de Mestrado da aluna  Ângela Maria Sousa de Abreu Freire

























Título: “Acompanhamento arqueológico do lote 1 do IP2 Vale Benfeito/Junqueira”

JÚRI:
Presidente: Prof.ª Doutora Sofia do Carmo Carvalho Goulão Capelo (U.E.)

Arguente: Prof.ª Doutora Leonor Maria Pereira Rocha (U.E.)

Orientador: Prof. Doutor Jorge Manuel Pestana Forte de Oliveira (U.E.)
 
















A candidata foi aprovada.
Parabéns à nova Mestre em Arqueologia e Ambiente!

domingo, 6 de março de 2011

2º Workshop sobre “Critérios de Avaliação de Impactes sobre o Património – O Registo"

PROGRAMA DEFINITIVO

9: 00 – Recepção dos participantes
9: 30 – Sessão de Abertura

Painel 1. Moderador Prof. Jorge de Oliveira (CHAIA/ UÉ)

10: 00 – “Os problemas subjacentes ao registo arqueológico nos EIAs” – Prof. Leonor Rocha (CHAIA/ UÉ)

10: 20 – “O Investimento e a Arqueologia na REFFER. Pensar o futuro” – Eng. João Sarmento (REFFER)

10: 40 – “ Divergências no registo arqueológico: a perspectiva do promotor” – Dr.ª Ângela Branco e Dr. Carlos Ramos (EP)

11:00 – Avaliação de Impactes sobre o património cultural: do registo à minimização. O que mudou com a experiência Barragem do Alqueva” – Dr. António Carlos Silva (DRC Alentejo)

11:20 – Titulo a designar – Arq. Paulo Duarte (IGESPAR)

11: 40 – Coffee Break

12: 00 – “Património religioso e artístico: como registar” – Prof. Antónia Conde (UÉ)

12: 20 – “O registo etnográfico no trabalho de campo antropológico” – Prof. Francisco Ramos (UÉ)

12: 40 - “A recolha bibliográfica dos EIAs: o caso das Cartas Arqueológicas” – Dr. André Carneiro (CHAIA/ UÉ)

13: 00 – 14: 30: Almoço

Painel 2. Moderador Prof. Leonor Rocha (CHAIA/ UÉ)

14: 30 – “Identificar, avaliar e registar. Os problemas do registo arqueológico em EIAs e em projectos de investigação” – Prof. Catarina Tente (FCS UNL)

14: 50 – “A ausência de evidência ou a evidência da ausência: a problemática da localização de sítios paleolíticos em prospecção de EIAs” – Dr. Nelson Almeida (Doutorando. CHAIA/ UÉ)

15: 10 – “O registo arqueológico: a objectividade subjectiva” – Dr.ª Sofia Gomes/ Dr.ª Raquel Florindo/ Dr. Luís Pinto. (Mestrandos. UÉ)

15: 30 – “O registo do invisível, do visível-invisível e do visível” – Dr. Alexandre Canha

15:50 – “Tão importante como registar, é saber o que procurar para registar” – Eng. João Carlos Caninas/ Dr. Alexandre Canha/ Dr. Francisco Henriques / Dr. Fernando Henriques/ Dr. Mário Monteiro/ Dr. Alexandre Lima.

16: 10 – “O registo arqueológico e a produção de conhecimento: um processo em construção” – Dr.ª Gertrudes Branco (Doutoranda. CHAIA/ UÉ)

16: 30 – Coffee Break

17: 00 – Mesa Redonda: “Património: Arqueologia versus Arquitectura”

18:30 - Encerramento dos trabalhos


Data: 12 de Março
Local: Sala 131 - Colégio do Espírito Santo/ Universidade de Évora

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Pós-Avaliação em AIA

A área de Arqueologia da UÉ esteve presente no Workshop "Pós-Avaliação em AIA: Critérios de Boa Prática na Selecção de Medidas e Programas de Monitorização", realizado na sede da Agência Portuguesa de Ambiente, no dia 24 de Fevereiro.

Ao fim de cerca de duas décadas de realização de AIA`s, em Portugal, é importante que as entidades e profissionais que trabalham nesta área se reúnam, analisem e debatam os problemas actuais de modo a podermos melhorar os procedimentos existentes.



















http://www.apai.org.pt/m1/1298396750wshapaprogramafinal.pdf



O próximo espaço de debate será na Universidade de Évora: dia 12 de Março - 2º Workshop de Critérios de Avaliação de Impactes sobre o Património - O Registo.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Publicações VII

ARCHÉOLOGIE ENVIRONNEMEMTALE DE LA FRANCE

"Grâce au développement considérable des fouilles archéologiques préventives mais aussi au raffinement des techniques d'analyse, l'archéologie environnementale connaît un essor sans précédent. La compréhension des environnements du passé, de leur évolution, des impacts qu'ils ont subis et de la réaction du vivant (végétaux, animaux, humains) constitue un élément de réflexion fort pour le présent et l’avenir de l’humanité. Depuis l'apparition de l'homme et, surtout, depuis les débuts de l'agriculture, les sociétés humaines ont significativement modifié leurs écosystèmes et les cycles du vivant.


Plus récemment, elles ont commencé à altérer l'environnement global de la planète à une échelle encore inconnue jusque-là. Le développement, à partir des années 1970, des études paléoenvironnementales en archéologie par des chercheurs de plus en plus nombreux permet aujourd'hui de proposer de nombreux scénarios, passés comme futurs. Ainsi, l'archéologie environnementale a une double fonction. Elle contribue à une meilleure connaissance de l'évolution de l'homme et des sociétés et prend part à l'évaluation, à la prospective et à la prise de décision concernant l'avenir de notre planète, par son approche historique des dynamiques socioenvironnementales.

Fondé sur des analyses réalisées le plus souvent dans le cadre de l'archéologie préventive, cet ouvrage présente les différentes disciplines environnementales et les résultats les plus significatifs obtenus ces dernières années.

Auteur

Stéphanie Thiébault, directeur de recherche au CNRS, est archéobotaniste. Elle est spécialisée dans l'analyse des charbons de bois issus des sites archéologiques, ou anthracologie, discipline qu'elle a contribué à développer en France et à l’étranger. Elle prend une part active à l'accroissement des études environnementales en archéologie par son implication dans l'enseignement et la recherche. "



sexta-feira, 26 de novembro de 2010

2º Workshop sobre “Critérios de Avaliação de Impactes sobre o Património – o Registo”





















A elaboração de um sistema de inventário actualizado é imprescindível para qualquer trabalho de gestão patrimonial. Considerando que mais de 90% dos contributos para a inventariação do património arqueológico em território nacional provêm de trabalhos efectuados no âmbito da caracterização da situação de referencia do Descritor Património, a inserir em Estudos de Impacte Ambiental, a Universidade de Évora, através do Laboratório de Arqueologia Pinho Monteiro/CHAIA, em colaboração com a Associação Profissional de Arqueólogos, organiza o 2.º Workshop sobre “Critérios de Avaliação de Impacte sobre o Património”, subordinado ao tema “O Registo”.


Este Workshop pretende ser um espaço de reflexão em torno das diferentes formas de registo do património arqueológico e arquitectónico identificado no decurso dos diferentes procedimentos de Avaliação de Impacte Ambiental.

O que registar ? como registar ? quem deve registar ? porque se deve registar ? são algumas das questões que pretendemos ver abordadas.

Neste sentido, para além das comunicações agendadas será realizada uma Mesa-Redonda “Património: Arqueologia versus Arquitectura” onde se pretende debater a questão inerente à cronologia dos sítios inventariados.

(NOTA: o programa definitivo será divulgado em Fevereiro de 2011)

INSCRIÇÕES:

Informações e inscrições: lrocha@uevora.pt até ao dia 28 de Fevereiro de 2011.

30€ geral / 20€ para Sócios da APA e estudantes da UÉ


ORGANIZAÇÃO: CHAIA/ Laboratório de Arqueologia Pinho Monteiro

Leonor Rocha (CHAIA/ Lab. Arqueologia Pinho Monteiro)

Gertrudes Branco (CHAIA)



APOIO:

APA - Associação Profissional de Arqueólogos

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Archaeology: Hidden treasure

A questão do tratamento da informação recolhida no âmbito dos trabalhos arqueológicos realizados nas diferentes fases de AIA é um problema que se está a colocar em vários países europeus...
Recentemente Richard Bradley comentou que o não conhecimento/avaliação da informação contida nos relatórios produzidos pela empresas que estão a executar trabalhos de minimização de impactes, o tinha levado, nos últimos tempos, a produzir um discurso desactualizado, nas suas aulas.

"(.../...) Bradley, a professor at the University of Reading, travelled around the country, visiting the offices of contract archaeological teams and local planning officials. There, he unearthed dozens of reports showing that settlements in England had remained strong during the Bronze Age and had not suffered a population crash, as academics had long thought.

"I became aware that what I was teaching would be out of date without looking at the grey literature," says Bradley.
For the past 20 years, Britain has been at the centre of a revolution in the funding and practice of archaeology. The shift was spurred by a 1990 change in policy that requires local governments to consider how construction projects will affect archaeological remains. That policy has essentially forced public and private entities to pay for archaeological assessments before they start laying a road, constructing an office building or engaging in other projects that disturb the ground.
In many ways the law has achieved its aim, helping to preserve relics that otherwise would have been destroyed. But at the same time, it has created problems for academics, who have struggled to keep up with the avalanche of new data, which some argue are hard to access.
Similar concerns have emerged in other countries that have enacted equivalent laws. But it's in the crowded British Isles — with its densely packed archaeological record and rapid pace of development — where the effect has been particularly profound.
"There is such a vast body of untapped stuff out there," says Barry Cunliffe, an emeritus professor of European archaeology at the University of Oxford. "This means there is a hold-up in academic development and the way in which the public are able to understand and appreciate archaeology."

Interessante artigo para ler e refletir, tanto mais que esta situação também se está a verificar em Portugal.

Congresso da UISPP

Apesar de inicialmente estar prevista a sua realização na Austrália, o 18º Congresso da UISPP acabou por ser transferido para França (Paris)...